A proposta consiste em um requerimento para aprovação de uma Moção de Repúdio direcionada ao conglomerado sul-coreano POSCO e suas subsidiárias devido a condutas no processo de autofalência da empresa no Ceará. O texto questiona a utilização do instituto da falência como meio de blindagem patrimonial e evasão de obrigações, citando indícios de irregularidades como a ocultação de contas de garantia (escrow accounts) com valores superiores a 500 milhões de reais e a omissão de passivos tributários de cerca de 440 milhões de reais. Adicionalmente, a iniciativa conclama o Poder Legislativo a priorizar reformas na Lei de Falências para coibir fraudes e proteger prioritariamente credores locais, incluindo trabalhadores, microempresas e fornecedores de grandes empreendimentos.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta sessão deliberou sobre a aprovação de uma Moção de Repúdio contra o grupo siderúrgico sul-coreano POSCO e sua subsidiária brasileira devido a suspeitas de fraude em seu processo de autofalência no Ceará. Os defensores da medida apontam que a manifestação do parlamento é necessária para repudiar o calote bilionário que afetou trabalhadores e fornecedores locais, além de pressionar por maior rigor na responsabilização de multinacionais que utilizam incentivos fiscais públicos. Por outro lado, críticos desse tipo de proposição podem argumentar que moções de repúdio possuem caráter meramente simbólico e político, não gerando efeitos práticos imediatos nas decisões judiciais ou na recuperação dos valores devidos aos credores. A deliberação serve para posicionar a Câmara dos Deputados frente ao caso e cobrar ações coordenadas de órgãos como o Ministério Público Federal e o Ministério das Relações Exteriores.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.