A proposição requer a criação de um Grupo de Trabalho no âmbito da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher com a finalidade de analisar, acompanhar e propor iniciativas legislativas e políticas públicas relacionadas ao mundo do trabalho feminino. A iniciativa visa aprofundar o debate sobre desigualdades estruturais, tais como as disparidades salariais, a precarização das relações laborais e a sobrecarga decorrente da tripla jornada. O colegiado proposto tem entre seus objetivos debater estratégias em áreas específicas, como o reconhecimento e a valorização da economia do cuidado, incluindo a ampliação de serviços públicos de cuidados, e a situação de trabalhadoras em empregos verdes, tais como catadoras de materiais recicláveis e agricultoras familiares.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta sessão deliberou sobre o requerimento para a criação de um Grupo de Trabalho dedicado exclusivamente a debater e formular propostas legislativas voltadas ao mercado de trabalho feminino. O objeto da deliberação consistia em definir se a comissão deveria instituir um espaço permanente de reflexão para acompanhar temas como desigualdades salariais, economia do cuidado e a situação de trabalhadoras informais e rurais. Quem avalia positivamente a medida aponta a necessidade de focar esforços institucionais específicos para combater disparidades históricas e estruturais enfrentadas pelas mulheres no emprego. Por outro lado, quem avalia com ressalvas aponta o risco de sobreposição de funções com subcomissões permanentes já existentes e o direcionamento de recursos internos para debates focados que poderiam ocorrer nos órgãos regulares da Casa.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.