A proposta requer a realização de um seminário oficial no Estado de São Paulo para debater a diversidade e a presença de artistas negros, indígenas e LGBTQIA+ em espaços culturais públicos, tais como o Complexo Theatro Municipal de São Paulo. O evento visa reunir o poder público, gestores culturais e movimentos sociais para discutir diretrizes de acesso e protagonismo artístico, incluindo mesas de debate sobre ópera, dança e música de concerto. A discussão aborda a aplicação de normas federais de proteção à cultura, tais como o Estatuto da Igualdade Racial e convenções internacionais de direitos dos povos originários.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta deliberação tratou da aprovação de um requerimento para a realização de um seminário oficial no âmbito da Comissão da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais, com o objetivo de debater a inclusão de artistas negros, indígenas e LGBTQIA+ nos equipamentos culturais públicos. O debate foi motivado por controvérsias envolvendo a gestão do Complexo Theatro Municipal de São Paulo e diretrizes sobre a ocupação de seus palcos. Um cidadão pode avaliar concordar com a realização do evento por considerá-lo essencial para fiscalizar o uso de recursos públicos e promover os direitos culturais de grupos historicamente marginalizados, ou discordar por avaliar que debates específicos de gestão local devem ser resolvidos na esfera municipal sem a interferência direta de comissões do Congresso Nacional.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.