A proposição requer a prestação de contas do governo federal sobre a utilização de verbas públicas por meio de convite a autoridade ministerial, visando esclarecer atos administrativos que remanejaram verbas setoriais para outras finalidades, tais como a realocação de cerca de oitocentos e cinquenta milhões de reais do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira. A medida busca debater os impactos dessas transferências orçamentárias sobre setores produtivos específicos, como a cafeicultura, e examinar a conformidade legal e financeira de portarias ministeriais editadas sem consulta prévia aos conselhos deliberativos correspondentes.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta deliberação tratou de uma alteração no formato da fiscalização proposta originalmente, transformando o pedido de comparecimento obrigatório na condição de convocado em um convite formal ao Ministro de Estado da Fazenda, além de definir que a audiência ocorreria de forma conjunta com a Comissão de Finanças e Tributação. O objeto principal da discussão foi ponderar o grau de rigor institucional aplicável para obter explicações sobre a movimentação de recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira. Os cidadãos que avaliam esta medida podem ponderar se a conversão para convite fomenta um ambiente de diálogo mais colaborativo entre o Parlamento e o Executivo, ou se a convocação compulsória seria mais adequada diante da urgência e da gravidade atribuída à alteração orçamentária investigada.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.