O requerimento solicita esclarecimentos oficiais ao Procurador-Geral da República sobre o planejamento e os critérios de nomeação para os aprovados no cargo de Agente de Polícia Institucional do 11º Concurso do Ministério Público da União. A iniciativa questiona a aparente preterição desses candidatos em relação a outras carreiras já contempladas, como analistas em direito e técnicos administrativos. O documento demanda explicações sobre a subutilização de mão de obra já capacitada, incluindo o investimento público de mais de dois milhões de reais no curso de formação profissional de 344 candidatos, e sobre a ocupação de funções típicas por militares.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta deliberação trata do envio de um pedido formal de informações direcionado à Procuradoria-Geral da República sobre a situação dos aprovados para o cargo de Agente de Polícia Institucional no concurso do Ministério Público da União. O debate gira em torno da cobrança por transparência sobre o cronograma de nomeações e os motivos para a priorização de outras carreiras, diante de investimentos públicos expressivos já realizados na formação dos candidatos. Quem apoia a medida defende que o Poder Legislativo deve fiscalizar a eficiência dos gastos públicos e garantir respostas sobre a vacância de cargos de segurança. Quem se opõe pode argumentar que a gestão de pessoal e o momento das nomeações são decisões administrativas internas e discricionárias do próprio órgão, que possui autonomia funcional.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.