A proposição requer a realização de audiência pública na Câmara dos Deputados para debater os impactos sociais da jornada de trabalho em escala 6 por 1, em articulação com a legislação trabalhista e com a PEC número 221 de 2019. O debate visa analisar dados e reflexões sobre a convivência familiar, a saúde mental, o desenvolvimento de crianças e adolescentes e a coesão social, incluindo a participação de órgãos e entidades tais como o Ministério do Desenvolvimento Social, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos e a Organização Internacional do Trabalho.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta sessão deliberou sobre a aprovação de um requerimento para a realização de audiência pública voltada a discutir os efeitos da jornada de trabalho em escala 6 por 1 sobre a vida social, familiar e comunitária dos trabalhadores. A discussão abrangeu a relação entre tempo de labor e o acesso a atividades educacionais, culturais e de convivência familiar, fundamentando-se em dados estatísticos e em estudos sobre saúde mental e organização do tempo livre. O cidadão é convidado a avaliar se o Parlamento deve promover debates formais com especialistas e órgãos técnicos para aprofundar a análise sobre a alteração ou a manutenção de modelos intensivos de jornada laboral.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.