A proposta solicita a realização de uma audiência pública na Comissão de Defesa dos Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial para debater as condições de trabalho no setor de teleatendimento. O debate foca nos impactos do avanço de novas tecnologias, incluindo a gestão algorítmica, o monitoramento automatizado de desempenho e as queixas de sobrecarga laboral e adoecimento ocupacional. A iniciativa prevê a oitiva de representantes de órgãos governamentais, como o Ministério do Trabalho e Emprego, além de entidades sindicais dos trabalhadores e da federação patronal do segmento.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
A sessão tratou da deliberação sobre o requerimento que solicita a realização de audiência pública para discutir as relações de trabalho e a saúde ocupacional dos atendentes de telemarketing. O debate proposto aborda temas como o controle algorítmico de produtividade, a pressão por metas e o aumento de transtornos psicológicos e lesões por esforço repetitivo. Defensores da realização do evento sustentam que o Parlamento precisa ouvir empregados, empregadores e o Poder Executivo para subsidiar eventuais aprimoramentos legislativos e fiscalizatórios no setor. Críticos à realização podem argumentar que a temática já possui canais próprios de negociação coletiva e fiscalização trabalhista, ou priorizar outros temas na pauta da comissão.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.