A proposta requer a criação de uma Subcomissão Especial no âmbito da Comissão da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais para debater os impactos da exploração de recursos estratégicos. A medida visa monitorar atividades em territórios protegidos, incluindo a análise de propostas legislativas em tramitação e o mapeamento de áreas sob risco de pressão minerária. O colegiado terá finalidades tais como promover audiências públicas com comunidades afetadas, avaliar a conformidade com tratados internacionais e propor diretrizes de proteção socioambiental.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta sessão deliberou sobre a criação de um colegiado temporário dedicado exclusivamente a fiscalizar e debater a exploração de minerais críticos e terras raras em áreas tradicionalmente ocupadas. O debate central envolve equilibrar as demandas da transição energética nacional com a preservação de direitos coletivos e a garantia de consulta prévia aos povos afetados. Um posicionamento favorável apoia a necessidade de maior escuta qualificada e fiscalização rigorosa sobre essas atividades extrativas, enquanto uma posição contrária pode argumentar que instâncias adicionais duplicam funções e podem retardar projetos estratégicos para o desenvolvimento econômico do país.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.