A proposta consiste em um requerimento para a realização de uma audiência pública na Comissão de Legislação Participativa com o objetivo de debater a influência de comunidades virtuais misóginas na segurança feminina. O debate visa analisar o funcionamento de subculturas digitais, tais como os grupos autodenominados "redpills" e "incels", investigando como esses discursos se propagam nas redes sociais. A partir dessa discussão, busca-se subsidiar a criação de políticas públicas e novas leis voltadas para a responsabilização de plataformas digitais e a prevenção de crimes no mundo físico, como nos casos de assédio em escolas e violência doméstica.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta deliberação trata da aprovação de um requerimento para realizar um debate público sobre a atuação de redes de ódio contra mulheres no ambiente digital. Quem concorda com a iniciativa avalia que a discussão é fundamental para que o Poder Legislativo compreenda a dinâmica de grupos virtuais extremistas e elabore estratégias eficazes de proteção às mulheres, incluindo a regulação de plataformas digitais. Por outro lado, quem discorda pode argumentar que a realização desse debate específico na comissão pode desviar o foco de outras prioridades legislativas ou que a abordagem do tema pode cercear a liberdade de expressão e de associação nas redes. Assim, a discussão serve para balizar futuras ações de segurança pública e educação midiática no país.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.