A proposição solicita formalmente informações ao Ministério da Justiça e Segurança Pública sobre as providências do governo federal diante de eventuais classificações de facções criminosas brasileiras, como o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho, como organizações terroristas por autoridades estrangeiras. O pedido questiona a existência de estudos técnicos para enquadrar a conduta dessas facções na Lei Antiterrorismo (Lei nº 13.260/2016), em casos de ataques coordenados, intimidação coletiva ou controle territorial armado. Além disso, demanda esclarecimentos sobre estratégias de combate a redes transnacionais de lavagem de dinheiro e medidas para mitigar impactos econômicos e diplomáticos decorrentes de sanções internacionais.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
A sessão tratou da deliberação sobre o requerimento que solicita dados oficiais ao Ministério da Justiça e Segurança Pública sobre as estratégias de combate ao crime organizado e a eventual classificação de facções brasileiras como organizações terroristas no exterior. Defensores da aprovação sustentam a necessidade de o Congresso Nacional exercer a fiscalização sobre o Poder Executivo, verificando se o país possui planejamento jurídico e diplomático para lidar com eventuais sanções e bloqueios financeiros internacionais. Argumentos em sentido contrário consideram que esses questionamentos podem expor estratégias sigilosas de inteligência policial e diplomática, além de abrir espaço para debates sobre interferência estrangeira na soberania do sistema de justiça criminal brasileiro.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.