A proposta solicita a realização de uma audiência pública para debater a ocupação desordenada e o compartilhamento da infraestrutura de postes por redes de telecomunicações no Brasil. O foco recai sobre a precarização dos serviços de instalação e os riscos à segurança de trabalhadores e pedestres, incluindo problemas como a fiação irregular e a falta de fiscalização técnica. O debate visa abordar situações críticas como o furto de cabos, o rompimento proposital de redes concorrentes e a atuação de empresas clandestinas que operam sem registro na Anatel. Para subsidiar a discussão, o texto prevê o convite de autoridades do Ministério de Minas e Energia, agências reguladoras como Aneel e Anatel, além de representantes de sindicatos e empresas do setor.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta sessão tratou da votação de um requerimento para convocar um debate oficial sobre a organização e a segurança dos cabos de internet e telefonia instalados em postes de energia. A deliberação buscou avaliar a necessidade de reunir governo, agências reguladoras e trabalhadores para discutir o impacto da manutenção precária e do crescimento desordenado dessas redes na conectividade nacional. Quem defende a medida argumenta que a audiência é essencial para buscar soluções contra o risco de acidentes e a interrupção de serviços causada por instalações irregulares ou furtos de equipamentos. Por outro lado, a reflexão contrária pode considerar que o tema já possui regulação técnica suficiente pelos órgãos competentes, dispensando a necessidade de uma nova rodada de debates parlamentares.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.