A proposição requer a aprovação de uma moção formal de repúdio na Câmara dos Deputados contra declarações do Assessor Especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais, Celso Amorim. A medida contesta a manifestação do assessor que qualificou como inaceitável a morte do líder supremo do Irã, argumentando que a posição desconsiderou o contexto geopolítico regional e as reiteradas preocupações internacionais relativas ao programa nuclear iraniano. Trata-se de um instrumento político de censura institucional a posicionamentos de agentes públicos em matéria de política externa, com foco em temas como diplomacia, segurança internacional e direitos humanos.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta sessão deliberou sobre um requerimento de moção de repúdio a declarações oficiais emitidas pelo Assessor Especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais acerca de um evento geopolítico no Oriente Médio. O debate envolveu a avaliação sobre se a manifestação do diplomata brasileiro comprometeu os interesses do país ou se a atuação expressou uma diretriz legítima da diplomacia nacional. Os defensores da medida argumentam que a declaração ignorou o histórico de proliferação nuclear e a estabilidade regional, enquanto os críticos sustentam que a moção interfere indevidamente na condução da política externa executiva. O cidadão deve avaliar se o Parlamento deve utilizar moções de repúdio para censurar pronunciamentos de diplomatas e autoridades do Poder Executivo em fóruns internacionais.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.