A proposição requer a aprovação de uma moção formal de repúdio contra ofensas misóginas e discriminatórias direcionadas à Delegada de Polícia em formação Dra. Raphaela Cardoso nas redes sociais. A iniciativa visa rechaçar tentativas de deslegitimar a presença de mulheres em cargos de poder na segurança pública e no sistema de justiça. Além disso, o texto reafirma a importância da representação feminina e a legitimidade do ingresso por concurso público, conclamando as plataformas digitais a adotarem medidas severas de identificação e responsabilização dos autores de tais condutas criminosas.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta sessão deliberou sobre a aprovação de um requerimento de moção de repúdio direcionado a ataques discriminatórios e misóginos sofridos por uma delegada de polícia em ambiente digital. O debate envolveu a avaliação sobre a postura oficial da Câmara diante de episódios de violência de gênero e deslegitimação de mulheres em cargos de poder na segurança pública. A posição favorável defende a necessidade de combater o assédio e a discriminação de gênero (reafirmando a legitimidade do concurso público e a representatividade feminina), enquanto posicionamentos contrários a este tipo de manifestação institucional geralmente ponderam sobre a eficácia ou o escopo político de moções simbólicas em comparação a outras medidas legislativas.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.