A proposição requer a realização de audiência pública no âmbito da comissão temporária para debater os fundamentos de política econômica liberal aplicados à proposta de emenda à constituição que altera a repartição de receitas da união. O debate foca em impactos sobre a responsabilidade fiscal, alocação eficiente de recursos e o ambiente de negócios nos municípios, incluindo a participação de representantes de institutos e centros de estudos voltados à economia e gestão pública. A discussão aborda temas práticos como a qualidade e finalidade dos gastos públicos em áreas tais como manutenção de vias, saneamento, iluminação e atração de capital privado por meio de concessões e parcerias.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta sessão tratou da deliberação sobre o requerimento para convocar uma audiência pública destinada a ouvir instituições e especialistas em economia liberal sobre as mudanças na divisão de receitas públicas federais e municipais. O debate central envolveu a avaliação de como a descentralização de recursos afeta o equilíbrio fiscal, a responsabilidade nas contas públicas e a qualidade dos investimentos locais. Um lado do debate defende que a oitiva de centros de estudos e institutos liberais é essencial para qualificar o planejamento financeiro e garantir o uso eficiente do dinheiro público em obras e serviços essenciais. Por outro lado, pode-se argumentar sobre a relevância de priorizar outros setores ou perspectivas sociais e econômicas na mesma comissão para equilibrar a pluralidade de visões sobre o pacto federativo.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.