A proposta consiste em um requerimento para adicionar novos participantes a uma audiência pública previamente aprovada, cujo objetivo é debater o crescimento do crime organizado no país e a possibilidade de classificar facções criminosas como grupos terroristas. O documento solicita a inclusão de palestrantes e especialistas de diferentes setores públicos e privados, incluindo uma juíza de direito aposentada, um vereador, um advogado e empresário, e um delegado de polícia. Essa medida visa ampliar a diversidade de perspectivas e dados técnicos apresentados durante o debate na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta deliberação trata da aprovação de um pedido para convidar novos palestrantes para uma audiência pública destinada a discutir o avanço de facções criminosas e seu enquadramento legal como organizações terroristas. Quem concorda com a medida avalia que a presença de novos convidados, como profissionais do direito, da segurança pública e representantes políticos locais, enriquece o debate legislativo com diferentes vivências práticas e técnicas. Por outro lado, quem discorda pode argumentar que a lista original de convidados já era suficiente para a discussão ou que a inclusão de novos nomes pode prolongar excessivamente os trabalhos da comissão sem necessidade.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.