A proposta requer a aprovação de uma moção de apoio institucional à Universidade de São Paulo e à Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. O texto manifesta solidariedade à comunidade acadêmica frente a episódios recentes de violência política e intolerância, tais como depredação de patrimônio público, ameaças a estudantes e agressões físicas. A medida visa reafirmar a defesa da universidade pública como espaço de convivência plural, rechaçando atos que interrompem atividades acadêmicas como campeonatos de xadrez e o livre exercício docente.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta deliberação tratou da votação de um requerimento para a emissão de uma moção oficial de solidariedade e apoio à Universidade de São Paulo e à Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. O debate envolveu a manifestação formal do Parlamento frente a episódios de conflito e intolerância relatados no ambiente universitário. Os defensores da medida argumentam que o Parlamento deve posicionar-se publicamente em defesa da integridade de estudantes e professores e da autonomia acadêmica. Os críticos ou parlamentares contrários a esse tipo de manifestação podem ponderar que o Legislativo deve focar em pautas legislativas estruturais em vez de emitir declarações de natureza política e simbólica sobre conflitos específicos.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.