A proposição requer a realização de audiência pública na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher para debater o relatório internacional sobre o roteiro de parlamentares para uma Amazônia livre de combustíveis fósseis e o papel das mulheres na justiça climática. O evento visa discutir os impactos da crise climática sobre grupos específicos, tais como mulheres indígenas, camponesas, negras e ribeirinhas, que sofrem com a perda de territórios e insegurança alimentar. A discussão também abrange a proteção de outros biomas brasileiros fundamentais para o equilíbrio climático, como o Cerrado, o Pantanal e a Mata Atlântica.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta deliberação tratou da aprovação do requerimento para a realização de uma audiência pública na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. A discussão central envolveu a conveniência de debater a transição para um modelo econômico livre de combustíveis fósseis e a centralidade da perspectiva de gênero e raça nas políticas ambientais. O debate opõe a urgência de dar visibilidade ao protagonismo de mulheres e povos tradicionais na defesa dos biomas à avaliação sobre a prioridade e a eficácia de debates parlamentares internacionais para a formulação de políticas públicas nacionais. Um cidadão favorável pode entender que a audiência enriquece o debate legislativo com experiências de outros países e fortalece a proteção ambiental, enquanto um cidadão contrário pode considerar que o tema desvia o foco de ações práticas imediatas ou que os recursos da comissão devem ser direcionados a outras prioridades.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.