A proposta consiste em uma emenda ao Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para proteger dotações orçamentárias específicas contra o congelamento de gastos públicos. O texto visa incluir no rol de despesas ressalvadas os recursos destinados a políticas públicas ambientais, tais como a regularização de áreas verdes, a implantação de unidades de conservação e ações de controle da qualidade ambiental. Com essa medida, áreas sensíveis de proteção ecológica ficam imunes aos cortes temporários de orçamento impostos pelo governo federal por insuficiência de arrecadação.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
A sessão deliberou sobre a inclusão de uma emenda aditiva ao Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias, que busca proteger verbas destinadas ao meio ambiente contra o contingenciamento de recursos públicos. O debate central envolve a definição de prioridades orçamentárias, contrapondo a necessidade de garantir financiamento contínuo para políticas de preservação ecológica e combate às mudanças climáticas com a flexibilidade exigida pelo governo para gerenciar o orçamento conforme a arrecadação. Um posicionamento favorável sustenta que a pauta ambiental é urgente e não pode sofrer paralisações por cortes financeiros, enquanto um posicionamento contrrio argumenta que rigores orçamentários excessivos limitam a capacidade do Poder Executivo de ajustar as contas públicas diante de crises econômicas.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.