A proposta altera as diretrizes orçamentárias para 2026 ao elevar as metas de redução da supressão de vegetação nativa em todos os biomas brasileiros. O texto estabelece um acréscimo de 20 pontos percentuais nos indicadores de preservação, visando intensificar o combate ao desmatamento e a degradação ambiental. Na prática, a medida exige que o governo federal planeje ações mais rigorosas de fiscalização e controle, como nos casos de monitoramento de áreas protegidas e combate a incêndios florestais. A alteração busca alinhar o orçamento público a compromissos climáticos mais ambiciosos, elevando metas de redução de patamares como 20% para 40% em indicadores específicos.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
A votação tratou da aprovação de uma sugestão que torna mais rigorosos os objetivos de preservação ambiental no Plano de Diretrizes Orçamentárias. O ponto central da discussão é a definição de quanto o governo deve se comprometer a reduzir a perda de florestas e vegetação nativa em cada bioma no próximo ano. Ao avaliar a matéria, o cidadão deve refletir se o Estado deve estabelecer metas mais ousadas para forçar políticas públicas de proteção ambiental mais eficientes. Por outro lado, é necessário considerar se o aumento dessas metas é compatível com a realidade orçamentária e com a capacidade operacional dos órgãos de fiscalização para que os objetivos sejam de fato alcançados.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.