A proposição requer a realização de uma auditoria operacional, com o auxílio do Tribunal de Contas da União (TCU), para apurar os impactos, riscos e a legalidade da decisão do Ministério da Educação de restringir a aquisição de livros didáticos do Plano Nacional do Livro Didático (PNLD) 2026. A medida limita a compra de materiais impressos para o ensino fundamental a disciplinas específicas, tais como Língua Portuguesa e Matemática, excluindo áreas como História, Geografia, Ciências e Arte. O objetivo é examinar a motivação e a eficiência do gasto público diante de cortes orçamentários e de implicações pedagógicas sobre a formação dos estudantes.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
A sessão deliberou sobre a proposta de solicitação de auditoria operacional pelo Tribunal de Contas da União para examinar a decisão do Ministério da Educação de restringir a compra de livros didáticos no Plano Nacional do Livro Didático de 2026. O debate envolveu a avaliação sobre a legalidade, a motivação e os impactos pedagógicos da exclusão de disciplinas como História, Geografia, Ciências e Arte do fornecimento federal de materiais escolares no ensino fundamental. Defensores da medida de fiscalização sustentam a necessidade de garantir transparência e proteger o acesso equitativo a conteúdos essenciais, enquanto posições contrárias podem argumentar pela autonomia administrativa do Poder Executivo na gestão orçamentária.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.