A proposta consiste em uma emenda ao Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026 que visa elevar a meta de área protegida por meio do manejo integrado do fogo. O objetivo é fortalecer a prevenção e o controle de incêndios em vegetação nativa, utilizando conhecimentos técnicos e tradicionais para reduzir a incidência de queimadas. A medida busca impactar diretamente a gestão ambiental, incluindo a proteção da biodiversidade e a mitigação de riscos à saúde pública em biomas brasileiros vulneráveis.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta sessão deliberou sobre a inclusão de uma meta orçamentária específica para ampliar a área protegida pelo manejo integrado do fogo. O debate central girou em torno da priorização de recursos para estratégias preventivas contra incêndios florestais em detrimento de outras alocações orçamentárias. Ao avaliar esta medida, o cidadão deve considerar se a expansão dessa técnica de manejo é a forma mais eficaz de combater queimadas e se a meta de 215.000 km² é adequada para as necessidades ambientais do país. O posicionamento favorável apoia o investimento direto em prevenção, enquanto o contrário pode refletir divergências sobre a alocação de verbas ou a metodologia proposta.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi rejeitado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.