A proposição consiste em um requerimento de moção de repúdio direcionado ao Governo Federal pela decisão de retirar o Brasil da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto (IHRA). O texto argumenta que a saída do país de organizações internacionais de preservação histórica, como nos casos de fóruns voltados à educação sobre o genocídio e ao combate ao antissemitismo, representa um retrocesso diplomático e moral. A medida visa manifestar a oposição formal da Câmara dos Deputados a atos do Poder Executivo que afetem compromissos humanitários internacionais, incluindo relações bilaterais e diretrizes de política externa.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta sessão deliberou sobre a aprovação de uma moção de repúdio ao Poder Executivo em virtude da retirada do país da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto (IHRA). O debate central envolveu a avaliação sobre a postura diplomática adotada pelo governo brasileiro e o impacto dessa decisão na preservação da memória histórica e nas relações internacionais. Os defensores da medida argumentam que a saída do bloco enfraquece o combate ao antissemitismo e isola o país de coalizões globais de direitos humanos, enquanto os críticos da moção sustentam que a decisão governamental reflete posições soberanas em meio a complexos conflitos geopolíticos. A deliberação permite ao cidadão ponderar se o Parlamento deve utilizar moções políticas para censurar diretrizes da diplomacia oficial do país.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.