A proposta solicita a realização de uma audiência pública para debater os critérios de distribuição dos recursos arrecadados com a regulamentação das apostas esportivas e de quota fixa, as chamadas bets. O foco recai sobre o detalhamento do repasse de 10% da receita líquida para áreas estratégicas, incluindo a destinação de fatias específicas para o Comitê Olímpico do Brasil (COB) e para o Fundo Nacional do Esporte. O debate visa esclarecer as regras de rateio entre diferentes entidades, tais como confederações de futebol, vôlei e basquete, além de clubes paralímpicos e do desporto escolar. A iniciativa busca garantir transparência e previsibilidade na aplicação desses valores no fortalecimento do esporte nacional e em setores como educação e segurança pública.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta sessão tratou da aprovação de um pedido para reunir autoridades e representantes do setor esportivo em um debate sobre como o dinheiro das apostas deve ser dividido. A discussão foca na aplicação da Lei 14.790/2023, que define repasses para órgãos como o Ministério da Fazenda, o Ministério do Esporte e diversos comitês de clubes. O objetivo é permitir que o cidadão entenda se os critérios atuais de distribuição são justos ou se precisam de ajustes para beneficiar melhor os atletas e as instituições. A deliberação também incluiu a participação de representantes das empresas operadoras de apostas para discutir a viabilidade e a transparência do modelo de arrecadação.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.