A proposta requer o encaminhamento de indicação à Procuradoria-Geral da República para sugerir a apuração de eventuais ilegalidades e atos de improbidade administrativa. O texto questiona a contratação da organização não governamental Unisol pelo Ministério do Trabalho para ações de retirada de resíduos na Terra Indígena Yanomami, tais como o repasse de quinze vírgula oito milhões de reais em parcela única e a justificativa de urgência humanitária. A iniciativa aponta indícios de irregularidades, incluindo falhas no processo seletivo, ausência de metas concretas e ligações institucionais entre a entidade contratada e agremiações sindicais e partidárias.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta deliberação tratou da aprovação do requerimento que solicita o envio de indicação formal à Procuradoria-Geral da República para investigar a contratação da organização não governamental Unisol pelo Ministério do Trabalho. O objeto principal da discussão envolveu a fiscalização do uso de recursos públicos em projetos de retirada de resíduos na Terra Indígena Yanomami e a verificação de possíveis atos de improbidade administrativa. Os defensores da medida argumentam que há indícios de irregularidades no repasse financeiro de quinze vírgula oito milhões de reais e na proximidade entre a entidade contratada e lideranças sindicais e políticas, exigindo rigor dos órgãos de controle. Por outro lado, posicionamentos contrários podem ponderar se o instrumento da indicação legislativa interfere excessivamente na autonomia executiva ou se as acusações carecem de comprovação prévia definitiva antes de acionar órgãos investigativos.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.