A proposta requer a realização de um seminário na cidade paulista de Assis para debater a crise na assistência à saúde na microrregião de Assis e na macrorregião de Marília. O evento visa reunir gestores municipais e autoridades sanitárias para buscar soluções coordenadas para problemas críticos, tais como o risco de fechamento da UTI Pediátrica do Hospital Regional de Assis, a descontinuidade de serviços ambulatoriais, incluindo a fila prolongada para cirurgias eletivas em ortopedia e ginecologia, e o impacto do encerramento do Ambulatório de Gestantes de Alto Risco. A discussão busca enfrentar o colapso regional que sobrecarrega os prontos-socorros e hospitais da região, afetando mais de 550 mil habitantes.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
A sessão deliberou sobre a proposta de realização de um seminário oficial na cidade de Assis para debater a situação de vulnerabilidade na saúde pública da região. O debate envolveu a avaliação de problemas estruturais como a falta de médicos, a superlotação de hospitais de referência e a suspensão de atendimentos essenciais, como os serviços de obstetrícia de alto risco e cirurgias eletivas. O principal ponto de discussão é se a realização de um evento legislativo local é o mecanismo adequado para mobilizar gestores e buscar soluções conjuntas com o Ministério da Saúde e a Secretaria Estadual de Saúde, ou se os esforços deveriam focar diretamente em ações executivas e repasses financeiros emergenciais. O cidadão pode avaliar se apoia a promoção desse espaço de debate institucional para pressionar por melhorias na rede pública de saúde da região.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.