A proposição consiste em um requerimento oficial de informações direcionado ao Ministro das Relações Exteriores sobre a atuação diplomática brasileira em negociações internacionais. O texto questiona os fundamentos da conduta do Itamaraty em acordos firmados entre Brasil, Argentina e Paraguai, incluindo temas como a exclusão de referências a facções criminosas tais como o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. A medida busca esclarecer a existência de consultas prévias a órgãos de segurança pública, tais como a Polícia Federal e a Abin, além de detalhar as diretrizes governamentais relativas ao combate à criminalidade transnacional organizada.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta deliberação tratou da votação e formalização de um requerimento solicitando esclarecimentos oficiais ao Ministro das Relações Exteriores sobre a conduta diplomática brasileira em acordos de segurança regional. O objeto central da discussão envolveu a fiscalização parlamentar acerca da retirada de menções que classificavam facções criminosas como organizações terroristas em tratados com países vizinhos. Um lado da discussão defende que o Parlamento deve exercer forte controle sobre a diplomacia para garantir alinhamento com as forças de segurança pública e com o combate internacional ao crime organizado. Por outro lado, a deliberação levanta o debate sobre a autonomia do Poder Executivo na condução da política externa e a observância de conceitos jurídicos estritos aplicados a tratados internacionais. O cidadão pode avaliar se concorda com a cobrança dessas informações e com a fiscalização parlamentar sobre os critérios adotados pelo governo na diplomacia de segurança.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.