A proposta consiste em um requerimento de aditamento para incluir novos convidados em uma audiência pública previamente sugerida, com foco na discussão sobre tratamentos de saúde. Especificamente, a iniciativa visa adicionar representantes de entidades do setor de planos de saúde, tais como a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) e a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde). O objetivo é ampliar o debate sobre a incorporação de terapias de alto custo, como o medicamento Elevidys para a Distrofia Muscular de Duchenne, integrando a perspectiva da saúde suplementar às discussões que envolvem o Sistema Único de Saúde.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta sessão deliberou sobre o requerimento que propõe a inclusão de entidades do setor de saúde suplementar, especificamente a Abramge e a FenaSaúde, como participantes de uma audiência pública já agendada. O debate central envolveu a necessidade de ouvir diferentes setores da sociedade e da economia sobre o impacto de novas terapias médicas, tais como medicamentos de alto custo para doenças raras. A discussão opõe a visão de que a participação de operadoras de planos de saúde enriquece o debate técnico e financeiro com a perspectiva de que o foco principal deve ser restrito às diretrizes do Sistema Único de Saúde e aos pacientes. A avaliação do cidadão neste tema reside em ponderar se a escuta de representantes da saúde suplementar contribui para uma visão mais ampla ou se desvia o foco das políticas públicas de saúde.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.