A proposta requer a presença de autoridade do Poder Executivo federal no Parlamento para prestar esclarecimentos públicos sobre o funcionamento de programas federais. O texto fundamenta-se em suspeitas de desvio de finalidade na gestão de órgãos vinculados à administração pública, tais como os Comitês de Cultura, geridos pelo Ministério da Cultura. A medida busca apurar indícios de utilização de estruturas governamentais e de recursos públicos em campanhas eleitorais ou para promoção político-partidária.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
A deliberação tratou de uma modificação no formato da presença da Ministra da Cultura na comissão, alterando a convocação obrigatória para um convite formal. O debate envolveu a prerrogativa fiscalizatória do Poder Legislativo sobre os atos da administração pública e a forma mais adequada de obter esclarecimentos ministeriais, ponderando entre a obrigatoriedade de comparecimento e a flexibilidade institucional. Um posicionamento favorável à mudança considera que o convite preserva o diálogo institucional sem impor sanções por ausência, enquanto um voto contrário defende que o instrumento da convocação é indispensável para garantir a obrigação de prestar contas diante de denúncias graves.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.