A proposta consiste em um requerimento de informação direcionado ao Ministro do Desenvolvimento e Assistência Social para esclarecer supostas irregularidades e custos relacionados ao Programa Cozinha Solidária. O texto solicita dados detalhados sobre as entidades contratadas, tais como a lista completa de organizações beneficiadas com indicação dos valores repassados, os critérios utilizados para a seleção dessas entidades e relatórios de fiscalização. Além disso, busca explicações sobre questões específicas como a apresentação de relatórios idênticos por diferentes organizações e os processos de subcontratação envolvidos.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta deliberação tratou da votação de um requerimento de informação para obrigar o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social a prestar esclarecimentos oficiais sobre a execução e os gastos do Programa Cozinha Solidária. A discussão envolveu a necessidade de fiscalização parlamentar diante de denúncias de possíveis fraudes, falhas na entrega de refeições e uso inadequado de recursos públicos por entidades parceiras. Os defensores da medida argumentam que a transparência e o controle rigoroso sobre os gastos públicos são essenciais para combater desvios e garantir a correta aplicação do dinheiro do contribuinte. Por outro lado, debates sobre requerimentos dessa natureza costumam ponderar se o pedido cumpre os limites legais de solicitação de informações ou se acusações preliminares exigem apuração prévia antes de questionamentos formais ao Poder Executivo.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.