A proposição requer a aprovação de uma moção de apoio institucional aos servidores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística que se manifestaram contrários à criação de uma fundação pública de direito privado no âmbito do órgão. O texto expressa preocupações com eventuais impactos negativos na autonomia e no funcionamento da instituição, tais como a venda de pesquisas para a iniciativa privada, riscos à imagem do órgão e a ausência de diálogo prévio com os trabalhadores. A medida busca politicamente respaldar os funcionários na defesa de melhores condições e na preservação da produção imparcial de dados estatísticos no país.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta sessão deliberou sobre a aprovação de um requerimento de moção de apoio da Câmara dos Deputados aos servidores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística contrários à criação da fundação de direito privado chamada IBGE+. O debate envolveu posições divergentes sobre a gestão e a autonomia do instituto, com defensores da medida argumentando sobre a necessidade de fomento à inovação tecnológica, enquanto críticos apontavam riscos de interferência privada na produção de estatísticas oficiais e falta de diálogo prévio. O cidadão pode avaliar a matéria ponderando se o Parlamento deve emitir posicionamento político sobre conflitos trabalhistas e organizacionais internos de órgãos públicos federais.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.