A proposição requer a realização de uma audiência pública na Câmara dos Deputados para debater especificamente o impacto da escala de trabalho seis por um na vida das mulheres. A discussão aborda as consequências dessa jornada sobre a rotina feminina, incluindo aspectos como a dupla jornada, a saúde física e mental, e a conciliação entre o trabalho e a vida familiar. O objetivo é subsidiar o debate legislativo com dados e experiências práticas de especialistas e trabalhadoras afetadas por esse modelo de organização laboral.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta sessão deliberou sobre o requerimento para a realização de uma audiência pública destinada a debater os efeitos específicos da escala de trabalho seis por um no cotidiano das mulheres. O objeto da deliberação consistiu em decidir se a Câmara dos Deputados deve promover um espaço oficial de debate com especialistas, representantes sindicais e a sociedade civil para analisar essa jornada laboral. A controvérsia envolve a necessidade de aprofundar a discussão sobre as especificidades de gênero no mercado de trabalho e a pertinência de utilizar recursos legislativos para debater o tema. Um cidadão que concorda com a realização da audiência pode avaliar que o debate é essencial para evidenciar desigualdades estruturais, enquanto alguém que discorda pode considerar que o tema deve ser tratado por outros meios ou que a prioridade da pauta deve ser outra.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.