A proposição requer a realização de audiência pública de forma híbrida para debater o problema enfrentado por beneficiários do programa Minha Casa, Minha Vida devido à inadimplência condominial. O texto aponta situações específicas como a cobrança de taxas consideradas abusivas por administradoras privadas e a execução judicial com penhora do único bem familiar, incluindo casos registrados em comarcas como a de Jaraguá do Sul em Santa Catarina. O objetivo é discutir alternativas institucionais e sociais que evitem a perda de moradias por famílias de baixa renda e garantam a proteção habitacional.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
A sessão deliberou sobre a proposta de realização de uma audiência pública na Câmara dos Deputados para debater a situação de famílias beneficiadas pelo programa Minha Casa, Minha Vida que enfrentam processos de execução e penhora de seus imóveis por dívidas de condomínio. O debate envolve a análise de supostas cobranças abusivas por parte de administradoras privadas e o risco de perda da moradia própria por populações de baixa renda. O cidadão deve avaliar se a realização de um debate institucional com gestores públicos, defensores e movimentos sociais é o caminho adequado para buscar soluções para essa crise habitacional.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.