A proposição requer a aprovação de uma Moção de Repúdio na Câmara dos Deputados contra declarações públicas proferidas por um líder religioso. O texto argumenta que a fala em questão relativiza crimes sexuais contra menores, atribuindo culpa a vítimas de abusos, tais como nos casos de violência contra crianças e adolescentes. A iniciativa busca posicionar a instituição parlamentar na defesa dos direitos infantojuvenis e contra qualquer forma de desresponsabilização de agressores.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
A sessão tratou da deliberação sobre o requerimento de moção de repúdio a declarações públicas que responsabilizavam parcialmente crianças vítimas de abuso sexual. O debate envolveu a avaliação sobre o papel do Parlamento em manifestar repúdio institucional a falas que atinjam a proteção integral de menores garantida em lei. O cidadão pode avaliar se o Poder Legislativo deve emitir posicionamentos formais de condenação moral a declarações de terceiros, considerando os limites da liberdade de expressão frente à proteção dos direitos fundamentais da infância.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.