A proposta institui o Novembro Branco, uma Campanha Nacional de Combate à Violência Contra Policiais a ser realizada anualmente no mês de novembro. O projeto prevê a execução de ações governamentais e sociais, tais como a conscientização sobre a importância das operações policiais, o financiamento de treinamentos táticos e a aquisição de equipamentos de proteção para as corporações. Além disso, a iniciativa busca fomentar a discussão de medidas preventivas e a elaboração de políticas públicas e legislações voltadas a dar maior amparo e segurança jurídica aos profissionais da segurança pública.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta sessão deliberou sobre a alteração do regime de tramitação da proposição em decorrência da aprovação de um requerimento de urgência em outra matéria apensada. A medida processual serve para alinhar o ritmo de análise conjunta de projetos que tratam de temas correlatos na pauta da Câmara. O debate cívico envolve avaliar se a aceleração dos trâmites conjuntos é adequada para dar celeridade a pautas de segurança pública ou se pode prejudicar a análise aprofundada dos textos. Um cidadão favorável pode argumentar que a unificação e agilização otimizam o tempo do Parlamento em temas urgentes, enquanto alguém contrário pode defender a necessidade de um debate mais pausado e individualizado para cada proposta legislativa.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.