A proposta institui a Semana Nacional de Conscientização e Enfrentamento da Fibromialgia, a ser realizada anualmente na semana que inclui o dia 12 de maio, com o objetivo de divulgar informações preventivas e terapêuticas sobre a condição. Além disso, cria a Carteira de Identificação da Pessoa com Fibromialgia (CIPF), documento expedido mediante relatório médico com validade de cinco anos que visa garantir direitos específicos, tais como prioridade no atendimento em serviços públicos e privados, além de vagas de estacionamento reservadas. A emissão do documento e de sua segunda via fica isenta de cobrança de taxas, integrando as medidas de apoio à cidadania.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta sessão deliberou sobre o requerimento que solicita tramitação em regime de urgência para a proposição, acelerando sua análise no Plenário sem passar pelas comissões temáticas ordinárias. O debate central envolveu a celeridade na tramitação de matérias de interesse social em detrimento do prazo estendido de discussão nas comissões especializadas. Quem apoia a urgência argumenta que a medida agiliza a implementação de direitos e políticas públicas essenciais para a população afetada. Quem discorda aponta que a aceleração do processo legislativo pode reduzir o espaço para debates técnicos aprofundados e o aperfeiçoamento do texto original.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.