A proposta consiste em um requerimento de moção de repúdio direcionado à diretoria do Sindicato da Polícia Civil do Estado de Sergipe. O texto manifesta oposição formal da comissão parlamentar contra a expulsão da diretora de assuntos parlamentares da entidade sindical, Jussiene Melo Pache de Farias, conhecida como Jô Guerreira. A medida fundamenta-se no fato de que a expulsão teria ocorrido como punição pelo comparecimento da policial a um seminário institucional sobre a Lei Orgânica das Polícias Civis promovido pela própria câmara dos deputados.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta sessão deliberou sobre a aprovação de uma moção oficial de repúdio da Câmara dos Deputados contra a diretoria do Sindicato da Polícia Civil do Estado de Sergipe. O debate central envolveu a avaliação sobre a conduta do sindicato ao expulsar uma dirigente sindical por participar de um seminário legislativo oficial, contrapondo princípios de liberdade de expressão e atuação político-institucional. Os cidadãos que apoiam a medida consideram essencial que o parlamento coíba atos de perseguição política e cerceamento da atividade sindical, enquanto posições contrárias podem argumentar que moções de repúdio representam interferência indevida de um poder da república em questões internas de entidades associativas privadas.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.