A proposição consiste em uma emenda ao orçamento para destinar o valor de sessenta milhões de reais à Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, visando custear pesquisas e estudos estatísticos e geocientíficos. Os recursos são direcionados para a manutenção e o aprimoramento de atividades essenciais, tais como a produção de índices de preços ao produtor, a atualização de cadastros para pesquisas domiciliares como a PNADC e a preservação do acervo histórico de aerofotos e mapas. A medida também contempla projetos da Diretoria de Geociências, incluindo a manutenção da Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo e a digitalização de documentos históricos.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
A deliberação tratou da votação da emenda ao orçamento que previa a alocação de recursos financeiros para a Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O objetivo da medida era reforçar o financiamento de pesquisas estatísticas, levantamentos socioeconômicos e projetos geocientíficos do órgão. O debate envolveu a avaliação sobre a prioridade e a realocação de verbas da reserva de contingência para essa finalidade específica. A decisão exigia que o cidadão ponderasse se o reforço orçamentário para a produção de dados estatísticos e cartográficos justifica o remanejamento dos recursos públicos propostos.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi rejeitado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.