A proposta de emenda ao orçamento destina o valor adicional de 100 milhões de reais para a ação de apoio à gestão das unidades de conservação federais, com o objetivo de fortalecer a atuação do Instituto Chico Mendes da Conservação da Biodiversidade. Os recursos buscam atender necessidades operacionais fundamentais, tais como a aquisição de equipamentos e melhorias de infraestrutura para centenas de áreas protegidas em todo o país. Além disso, a medida visa viabilizar ações essenciais como a regularização fundiária e estudos para a criação de novos corredores ecológicos, utilizando para a compensação financeira recursos provenientes da reserva de contingência.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
A sessão deliberou sobre a emenda orçamentária que propõe o acréscimo de 100 milhões de reais para o Instituto Chico Mendes da Conservação da Biodiversidade, visando o fortalecimento das unidades de conservação federais. O debate envolveu a priorização de recursos públicos para áreas como infraestrutura de proteção ambiental, regularização fundiária e apoio a parques e reservas ecológicas em detrimento da manutenção de valores na reserva de contingência. Os defensores da medida argumentam que o reforço orçamentário é indispensável para combater o desmatamento e garantir a efetividade da gestão ambiental, enquanto posições contrárias costumam ponderar sobre a rigidez e o remanejamento das dotações planejadas no orçamento fiscal.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi rejeitado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.