A proposição consiste em uma emenda ao Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias destinada a ampliar as ações federais de promoção da cidadania e defesa dos direitos humanos. O texto propõe o acréscimo de 1.500 iniciativas apoiadas dentro do programa de reparação de violações e proteção da dignidade humana, tais como projetos de atendimento a populações vulneráveis, medidas de combate a discriminações e mecanismos de acolhimento social. Na prática, a medida direciona metas e prioridades para a alocação de recursos públicos na estruturação de políticas voltadas à universalização dos direitos fundamentais.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Sessão que deliberou sobre a aprovação de emenda orçamentária apresentada na comissão para reforçar ações de direitos humanos e cidadania nas diretrizes financeiras da União. O debate envolve a inclusão de metas quantitativas para ampliar projetos sociais destinados à proteção de direitos fundamentais e suporte a vítimas de violações. Cidadãos favoráveis à inclusão argumentam que fixar metas explícitas no orçamento assegura prioridade e recursos para políticas públicas voltadas a grupos vulneráveis. Por outro lado, quem se manifesta de forma contrária costuma ponderar sobre a necessidade de rigor fiscal e a conveniência de flexibilizar o planejamento administrativo sem vincular metas numéricas específicas.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.