A proposta altera as regras de contenção de gastos públicos da pandemia para permitir que servidores públicos contem o tempo de serviço trabalhado entre 2020 e 2021 para fins de benefícios de carreira. Na prática, o projeto assegura que o período de calamidade pública seja computado para a aquisição de direitos baseados em tempo de serviço, tais como anuênios, triênios, quinquênios e licenças-prêmio. A medida estabelece que, embora o pagamento desses adicionais tenha sido suspenso até o fim de 2021, o tempo transcorrido deve ser considerado para aposentadoria e futuros blocos aquisitivos. O objetivo é evitar prejuízos na progressão funcional de categorias que mantiveram atividades durante a crise sanitária, incluindo profissionais de saúde e segurança pública.
O texto principal desta matéria foi aprovado ou rejeitado por votação simbólica em Plenário (sem registro nominal individual de votos no painel eletrônico).
Esta sessão tratou da mudança na forma como a proposta caminha dentro da Câmara dos Deputados, vinculando seu ritmo de análise ao de outro projeto semelhante. A deliberação ocorreu porque um pedido de urgência foi aprovado para uma proposta apensada, o que exige que este projeto siga as mesmas regras de prioridade. O cidadão deve avaliar se concorda que propostas com temas correlatos devem ter sua tramitação acelerada em conjunto para otimizar as decisões legislativas. A análise foca na eficiência do processo de votação de matérias que tratam de direitos de servidores.
Nesta deliberação, as lideranças partidárias firmaram acordo no Plenário e a matéria foi aprovado por aclamação, dispensando o registro individual no painel eletrônico de votação.